16/08/2009

amor, amor, amor !

Era sábado. No caso, ontem de manhã. Eu já sabia!
Pé na estrada, SETE LAGOAS!
Nem comer eu consegui. Se bem que o aparelho que tinham enfiado pela minha boca afora na quinta não tava ajudando muito; mas mesmo assim me contentei com meu cafézinho de sempre.
Eu estava MUITO nervosa, muito muito mesmo. Eu... eu ainda não tinha convicção de nada em relação ao Beto, e eu tava quase arrancando os cabelos de nervozismo.
No carro eu pouco falava (coisa rara de se acontecer, eu falo pra bosta).
E quando eu cheguei lá, a primeira coisa que eu fiz foi descer do carro e falar com a minha mãe: "Eu vou pra casa do Roberto, tá bom?" e sair descendo a rua, com os punhos fechados, meio com o corpo duro, o coração desparado... não foi uma sensação das boas não, de verdade.
Virando a esquina e descendo mais um pouquinho, eu não vi mais nada a não ser o muro baixinho e o portão pequeno da casa dele. Bati algumas vezes até a mãe dele vir atender: "CEEERES! Fiiia, você já chegou! Entra, entra!"
Ela estava de camisola, lavando o tapete. Descobri que ela tinha uma tatuagem que não consegui identificar (pelo o que parecia ela tinha feito a muito tempo) assim, meio que acima do seio esquerdo. Mas eu saí totalmente do meu raciocínio sobre a tatuagem inesperada quando eu "reparei" que eu tava sentada num sofá azul, na casa do Beto, mas SEM O BETO.
E ela falando: "Não, o Roberto não tá aí, ele tava doido atrás de você, que você não chegava, ele não parava de falar, fia ! Você tinha que ver!"
A única coisa que eu conseguia fazer era sorrir, sorrir, e sorrir. Eu não podia fazer nada enquanto ao aparelho que rasgava minha boca toda vez que eu tentava falar.
Só sei que eu voltei pra casa, depois fui comprar refri com a minha mãe.
Na hora que eu tava voltando... tava lá a criatura, montada na bicicleta.
BICICLETA, ARRGH ! E ainda é igual a do Sérgio D: mas isso não vem ao caso.
Ah... ele veio andando na minha direção assim... ai a gente se abraçou...
Foi nessa hora que eu vi QUANTA SAUDADE eu sentia, o quanto que eu queria ele, o tanto que eu NECESSITAVA dele... e não deu mais vontade de soltar. (Quando eu lembro sobe até uma coisa estranha em mim) e assim, eu ganhei minha convicção de novo.
Ele me disse, que quando ele me ligou pra tirar as satisfações e eu disse que não sabia, e blá blá blá, ele pensou que tudo tinha acabado, e ia ficar com não sei quem aí. Ele tinha marcado com a menina na quinta e não deu, na sexta tbm não deu, ai no sábado, PIMBA ! Eu apareci. Cacete, que sorte a minha, de verdade.
Aí depois, a mãe dele apareceu. Isso já era de noite, e eu tava debaixo do poste que tem no portão de casa, que eu sempre fico abraçada com o Beto *-*, mas ele tava na padaria :3
Pois então, a mãe dele me chamou, e perguntou pra mim pela minha mãe (as duas se amam), e ai a minha mãe falou pra ela entrar. Essa foi a parte mais difícil, porque quando a mãe do Beto entra lá em casa, tava meu pai e a minha mãe conversando. Saca só a apresentação da minha mãe: "Ah, Preto (meu pai não chama Preto, é apelidinho carinhoso), essa daqui é a Elis (que se lê "Élis"), mãe do Roberto". meu pai- "Aaaah, você que é a mãe do namorado da minha filha!*-*" e estica a mão pra ela. GELEI.
Aí eles começam a conversar, e meu pai me manda picar a mula ._.
De repente, o Beto chega, procurando a mãe dele. E foi lá dentro falar pra ela que tinha comprado o pão. Imagina: eu, o Beto, MEU PAI, minha mãe e a mãe do Beto. o_o
Resultado: o Beto pediu pro MEU PAI pra namorar comigo. Meu pai deixou e disse aqueles discursos. Igualzinho nos filmes, IMPRESSIONANTE. Quase chorei.
Ah, eu quero mesmo, de verdade, que a gente dê certo.
FINALMENTE, meu primeiro namorado. E de quebra setelagoano ! *-*

2 comentários:

  1. desde que sonhei com ele, estou atrás de um de cano, amarelo, faz tempo :s

    bjos!

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  2. Duvido que bike dele é igual a minha !
    DUVIDO !

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