30/08/2009

Surpresa, pastel, beijo, saudade de praia.

Deu tudo errado.
O Beto não veio pra Belo Horizonte, nem ele, muito menos a mãe dele.
Sabe o que aconteceu !?
EU fui pra lá 8D

Vou explicar timtim por timtim, como eu sempre faço: Meu tio Carlos precisava de resolver algumas coisas em Sete Lagoas. Aí foram ele, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Mentira. Fomos eu, minha mãe, meu tio, a mulher dele e a neta da mulher dele. De Fusca.
Buscaram a gente na estação Gameleira. Em falar nisso, no ponto de ônibus que nos buscaram de fusca, tinha uma menina muito foda. Ela tinha um cabelo legal, uma blusa legal, um tênis legal, uma mochila legal e um amigo legal (era tecnicamente legal. Ele tava de meia, um chinelo da Calvin Klein e um ôculos beem gay) e era bonita (só de longe, porque de perto parecia uma vaca de tanto piercing, sem ofensas). Quando ela entrou no ônibus ela ficou me olhando com cara de caminhoneiro G_G' Errr, eu não sei explicar olhar de caminhoneiro.

Apesar da dor nas pernas que me deu de ficar socada dentro do fusquinha dividindo o espaço com a minha mãe e a neta da mulher do meu tio (a Mylena, pra ser mais exata), as dores foram sentidas por amor ♥♥♥

A gente (digo, as pessoas que estavam no carro) fomos na feira.
A coisa mais rara que tem sou eu usar brinco, e eu tava com uma argola. Saí de lá com um par de brincos redondos com umas borboletas, BEEEEEM, maiores que minhas argolas. Saí feliz comendo pastel. Comi só dois, porque o aparelho não me proporciona bem estar enquanto eu como, falo, e err, beijo.

Mas de tudo, eu acabei me acostumando nessa coisa de beijar com aparelho.
Em um dia. Isso mesmo que você leu: um dia.
O Beto nem sabia que eu ia; Foi supresa, e nem eu sabia que era supresa.
Acho que nesse um mês e alguma coisa de namoro, esse foi o dia mais contrutivo.
Não pense bobeira, por favor. O fato foi que a gente aproveitou.

Cara, eu sei que pareça impossível, mas foi o seguinte: minha mãe pediu pra mim comprar cerveja pra ela, e o Beto foi junto, claro. (legal, sustento o vício da minha mãe. E da minha sogra. As duas estavam jutnas contando caso com a minha tia, enquanto meu tio tava com a Mylena resolvendo os problemas dele) Quando a gente voltou do bar, eu servi a cerveja pra elas (a minha mãe a minha sogra, já que a minha tia não bebe) e eu tava com sono. Aí eu fui pro quarto com o Beto. Só pra deixar bem claro: a porta estava aberta, e dava quase de frente pra varanda, onde as ditas cujas estavam. Então, tudo o que a gente fizesse elas viriam, se elas quisessem. Eu não fechei a porta meeesmo. Primeiro que eu não escondo nada da minha mãe, se acontecesse alguma coisa eu ia contar pra ela. Eu converso com a minha mãe do mesmo jeito que eu posto aqui no blog, a gente tem conversas que muita gente adulta não tem, eu acho isso muito bom entre eu e ela, sabe?

Só sei que quando ela assustou, eu tava deitada na cama do lado do Beto. Ele tava quase dormindo, panguando mesmo. E eu tava apoiada no braço olhando pra ele, aah *-*
Aí minha mãe gritou a Élis (minha sogra, pra ser mais exata. Lê-sé Élis mesmo. Tipo Elis com acento agudo no "e"). "Robeeeerto seu folgado!" Nisso ele já tinha pulado literalmente do colchão (claaro que é colchão, não tem nada lá, eu ainda nem me mudei). Aí ele deitou de novo, e eu, por mais que tinha sono, eu não conseguia dormir com aquele par de olhos castanhos com aquela sombrancelha grossa me olhando. O máximo foi a gente TENTAR se beijar, só isso. A gente tava panguando mesmo.

Aaah, eu liguei pra Mari, ae ae *-* Ela tava na praia, e ela me deixou ouvir o barulho do mar.
Porra, eu fui na praia quando eu tinha 4 anos. Saudade de praia. A Mari me proporcionou um ÓTIMO momento, obrigada Mari. Mesmo estando longe vocÊ é tão presente !

Aí eu tive que vir embora.
É impressionante. Toda vez que eu vou embora lá da minha casa em Sete Lagoas, sempre fica alguma coisa pra trás e a gente volta. Dessa vez foi a bolsa da minha mãe. Da outra vez foi meu aparelho, cigarro do meu pai ... sempre assim.
Acabou. E eu nem acreditei. Parecia uma eternidade.

2 comentários:

  1. adoro o jeiot qe vse escreve, já te disse isso ? acho qe vse tem o dom, de verdade. e nossa, o post hje foi tão romanikinho *---* não se preocupe, vse n é a única qe sustenta o vicio da mãe . eu acho qe nunca vou gostar de cervja :~ ( argh), eee own, n vou na praia a um ano, mas sempre sinto saudades; sinto saudades do meu primo do sul qe eu só vejo na Bahia ( onde o povo paterno mora ), sinto saudades do meu pai, da minha vó ... mas o barulho do mar é mesmo incomparável ; eeee . olhar de caminhoneiro ? vou usar essa no meu dia-a-dia pra ver se pega asopdkasopd
    bjs :*

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  2. um dia a gente ainda ouve o mar juntas ! :3

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