14/09/2009

Ah, o final é uma coisa ridícula mesmo

Sabe quando você tem a impressão de metade da sua vida chega ao fim? Pois então, vou explicar:

Coisas que acabarão em três meses (ou não)
Por Ceres Bifano
- Minha estadia em Belo Horizonte: vai durar mais uns três meses (olha o três de novo). A minha Teoria do Heroísmo vai ser sim concretizada. Eu achei um projeto de amor lá. E agora, eu vou escrever minha própia história. Como heroína, talvez. Que essa mudança não me mate.
- A novela Caminho das Índias: tá bom, acabou sábado, e eu nem via, mas acabou.
- Minha amizade com a Ana do "n" só: Talvez tenham sido os quase dois melhores anos da minha vida. Pelo menos não foram três. Amor é uma coisa ridícula mesmo. Quando a gente ama as pessoas são perfeitas, os erros passam batidos. Na verdade, essa é uma coisa que já acabou. Eu vi o quanto não me fazia bem. Eu posso, quero e devo viver sem isso. E eu estou indo superbem, pra ser sincera. E eu adoro pessoas sinceras, sabia?
- A minha paciência: Tem um pirralho que estuda na minha escola que sempre tem que vir me encher o saco. Tô vendo a hora que eu vou bater nele.
- O meu All Star vermelho: já tem dois anos que eu tenho ele, e hoje que eu parei pra pensar o quanto ele tá velhinho e precisa de uma lavada, igual a minha mochila laranja que não vem ao caso.
- O meu rolo que durou de abril até novembro do ano passado: eu aguentei bem, e agora serve pra espantar convicção. O bom disso tudo é que eu vou ter histórias incríveis pra contar pros meus filhos. Eu sempre chamo a atenção quando eu vou contar uma história dessas. Eu não vou ver o Sérgio quase nunca quando eu me mudar. Vai ser estranho não poder chamar ele pra vir pra cá conversar, à toa; ou chantagear ele com refrigerante. Pelo menos encher os olhos com a bicicleta do Beto eu vou conseguir.
- Alguns quilos: isso é o que eu espero que acabe.
- TV digital, telefone e internet (não exatamente isso, muito menos nessa exata ordem): depois de perder metade de Isa TKM porque minha mãe cancelou a TV a cabo porque tá vindo cara de mais, eu sei que quando eu me mudar eu não vou ter internet. É uma coisa impressionante de como que aquele povo de Sete Lagoas ganha dinheiro com Lan House. Lá é quase impossível ter uma internet decente em casa, imagina esse meu computador? Não vai dar conta.
- O que (quase) acaba, seguido do item a cima: a Mari. Eu só conheço ela pela internet, e é melhor que muita amiga que eu vejo todo dia, abraço todo dia, e que me aguenta todo dia. Eu torço mesmo pra minha mãe fazer nem que seja um projeto de festa de 15 anos pra mim, aí ela vai vir pra cá, a gente vai chorar, e vai cantar "O Leãozinho" juntas, e comer (ah, ._.) e muita coisa que não dá pra fazer pela web cam.
- Minha paciência (parte dois): Namorado bom, é namorado que liga todo dia, concorda?
Ah, o final é uma coisa muito ridícula mesmo.
Eu também queria que minha fome acabasse assim.
Com ponto final e com um "publicar postagem"

3 comentários:

  1. o final não é/foi uma coisa ridícula '-' e eu adoro ler seu blog *-*

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  2. oi! obrigada pela visita e pelo carinho. participar do tudo de blog é realmente muito legal, mas dizer que é seu sonho pode ser exagero. se preocupe com outras coisas e continue escrevendo que talvez um dia você entre pra revista também!
    beijos

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  3. Adorei seu blog. Perdeu Isa tkm, nem gosto disso, eu vii eles, no PN, aquelas criançada chorando por eles, cada gosto com o seu, kk'

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