29/11/2009

Fases.

Hoje eu acordei, em Sete Lagoas, como num domingo qualquer, fiz torradas na minha torradeira elétrica legal, comi, e voltei pra cama.
Não é sempre, mas dessa vez me deu uma crise de choro. Hoje eu estou assim: é parar pra pensar e começar a chorar. Então vou parar de pensar.

Uma fase acabou hoje. A fase que eu chamo de amor. Na verdade, ela deve ter acabado desde a ultima vez que eu vi o Fábio - o meu motivo de melhora de humor signicativa do mês de maio, parado na minha frente, no meu quarto, com o boné do Roberto na mão, com os olhos arregalados, porque eu falei que aquele boné verde legal era do meu (ex)namorado -. Ou até mesmo antes disso.
O fato é depois de eu ter visto ele, e pelo o fato da existência do Roberto (existência porque eu não conseguia imaginar ele sem ser meu namorado), eu não pude encostar, beijar, abraçar ele. Cara, vocês têm noção? Ele vai embora pra puta que pariu (lê-se Cáceres, MS), e eu NUNCA MAIS VOU VER ELE ! É muito pior do que lá em Lavras, eu a gente nem se despediu.

Apesar de ver o Roberto, com aquele cabelo ridículo, saindo pelo portão, pela primeira vez não sendo meu namorado ter me dado vontade de chorar (de novo), eu não liguei. Chegou a me aliviar. Essa era a única fase que eu queria que terminasse.

Isso tá virando um grande (e insano) problema: eu tenho sonhado com ele, meu coração fica desparado quando ele me liga (sim, ele me ligou esses dias), e eu estou sentindo uma vontade louca e estranha de estar do lado dele, de preferência, bem perto, aproveitando como se fosse o nosso último dia juntos.

Pior que esse seria o caso.

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