30/09/2012

Dica de Domingo

Você também está aí, logo depois da semana de provas, babando de tédio?
Então vem comigo!

Minha felicidade está (quase) completa porque o Youtube está evoluindo muito (lembro-me de quando não suportava vídeos com mais de 15 minutos). Hoje eu encontrei todo o DVD Acústico MTV da Cássia Eller.
Quem postou se preocupou demais com a qualidade, e tem até as músicas com o respectivo tempo em que começam na descrição do vídeo!


Garanto que vai alegrar muito o seu domingo!

Não gosta de Cássia Eller?
Ainda tem Kid Abelha (link), Nando Reis (link), Engenheiros do Hawaii (link) e muitos outros!

Me conta o que achou?

29/09/2012

Na verdade


Sem metáforas. Sem analogias.
Essa sou eu para dizer que não sinto raiva. Para dizer que ainda acredito nas coisas eternas, mas nunca vou deixar de duvidar da força das efêmeras.

Saber que elas existem é fundamental. É necessário aplicar as expectativas na sua própria capacidade.
Porque a saudade é algo que, depois de um tempo, acalma no coração. Depois, nem incomoda.
Então, para que acomodar? Por que acomodar com a dor, com o choro? Não é bom deixar que a tristeza vire rotina só porque você não tem mais a sua do lado de quem quer que seja.

As coisas não são da maneira que nós queremos. São exatamente ao contrário se você associar toda sua felicidade, tudo o que há de bom para você em alguém. As pessoas se sentem sufocadas assim, creio eu. Imagina, ser o centro de tudo para alguém? Mas vá, ninguém faz isso por mal. Ninguém deposita sua própria felicidade em ninguém por querer mal. Longe disso.

Pensei nesses dias sobre uma vez que você me disse que se sentia bem comigo. Que confiava em mim. E que perto de mim, conseguia ser você mesmo. Eu lembro que peguei seu rosto entre minhas duas mãos, e beijei cada cantinho dele. E vou te contar que isso me deixou muito, mas muito mais feliz do que quando você disse que me amava pela primeira vez, quando apenas escondi meu rosto na sua camisa.

Isso que eu aprendi. Que têm certas palavras que dão muito mais acalanto e vontade de ficar junto do que o ultrapassado do 'eu te amo'. Que as pessoas estão aqui, com a gente, mas nós nunca vamos conhecê-las de verdade. Nunca vamos saber o que elas sentem, mesmo que façamos tudo para fazê-las felizes. Tudo mesmo. É necessário confiar, muito mais do que gostar muito. E por favor, não subestime. Converse.

Se já chegou a dizer que ama, que confia, não custa dizer o que incomoda. Muito mais do que saber o quanto tem e o tamanho da sua individualidade é saber o quanto o outro conta com você. Se amar primeiro não é egoísmo. Egoísmo é tomar as decisões sozinho sobre algo que é coletivo, sobre algo que envolve outra pessoa. É assim mesmo. E não tente entender. É só respeito. É só pensar no outro.

25/09/2012

Tudo sobre os Hipsters



Não sei se isso é em absolutamente todos os lugares, mas pelo menos aqui em São Paulo e em várias páginas de humor, moda ou de qualquer teor social, tenho visto e ouvido falar bastante do termo "hipster". A primeira vez que vi tal palavra foi em uma reportagem sobre moda na televisão em 2009, acho que no Scrap Mtv (não tenho certeza), em que a Jana Rosa foi procurar pessoas nas boates para falar sobre o termo tão controverso que aparentemente estava em ascensão. Desde então só vi muito raramente falarem sobre hipsters até pouco tempo atrás, quando de repente uma enorme quantidade de pessoas que conheço parecem ter conhecido tal termo e praticamente o mundo inteiro considerar o novo wannabe do momento. Por várias razões decidi então pesquisar sobre como surgiu o termo e acabei me questionando se é mesmo uma coisa atual e como acabou gerando hm, questões extensas (digamos assim). Achei que não seria uma má ideia fazer um post sobre o assunto explicando um pouco melhor para quem sabe e quem não sabe o que é hipster, baseado no que encontrei ao longo das pesquisas.

Onde/quando surgiu o hipster?




Acredito que ao falarmos sobre uma subcultura, movimento ou seja lá que nome você quiser chamar, devemos começar sempre por essa questão e seguir uma cronologia para melhor compreender o assunto. E essa foi a resposta que mais me surpreendeu. Afinal, se você for conferir no postque fiz há algumas semanas sobre os anos 60 aqui no blog, descobrirá que a palavra "hippie" que todos nós conhecemos desde sempre é uma abreviação do termo "hipster", que aparentemente era usado na época para definir pessoas que ao invés de seguirem o senso comum da época decidiam se envolver com a cultura negra e outras formas de cultura underground. Como a palavra surgiu de fato não tenho como dizer, mas acredito que seja alguma gíria usada nos bares e clubes e etc. da época; não vamos nos esquecer, aliás, que foi nos anos 60 que teve a explosão dessa coisa de se informar e ir contra essa onda de consumismo desenfreado e "cegueira política" da época, a contracultura. É importante lembrar ainda que não foram apenas os hippies que iniciaram a contracultura, se for levar em consideração que o primeiro "movimento" de tal cunho foram os beatniks, que surgiram logo após a Segunda Guerra Mundial -- mas as diferenças entre as vertentes, na minha opinião, tem muito mais a ver com estereótipos e estilo e período do que qualquer outra coisa.

Mas e essa relação de hipster ter que ser "tendência", "underground" e fugir do "mainstream"?





Se você for acompanhar os posts "Juventude revolucionária" concluirá que, na sociedade dos anos 50 e 60, uma pessoa que não pensasse apenas na enorme aceleração do processo de urbanização era, de certa forma, anormal. É um pensamento diferente do senso comum, do mainstream, o que até hoje chamamos de underground. Não existindo computador, a única forma de encontrar outras pessoas com essa mesma filosofia diferente seria frequentando lugares underground, como bares e clubes próprios para isso. Os beatniks surgiram assim, questionando a sociedade pós-guerra enquanto trocavam entre si interesses artísticos (literatura, música, etc.) e acredito que com a aparição da contracultura na grande massa do final dos anos 60, tais coisas ficaram tão populares que causou a criação das discotecas tão conhecidas nos anos 70, mesmo período em que o mundo passou a olhar para os jovens: a urbanização havia possibilitado que a alta costura se popularizasse nos anos 50, ou seja, uma ditadura da moda alcançando a grande massa. Porém, nos anos 70 a moda é que começou a ver o que os jovens estavam vestindo e assim começou a popularizar a "cultura de rua". Desde então tem sido cada vez mais comum você não precisar mais abrir uma revista para ver o que é moda, é apenas ir em algum dos lugares com grande concentração de baladas, clubes, bares, danceterias ou seja lá de que nome você chamar (aqui em SP costumamos dizer "rolê" para englobar praticamente qualquer lugar onde possamos nos divertir com os amigos, haha). Acredito então que é dessa época que vem essa coisa de o hipster estar associado à moda e à tendência: vejo uma relação mais ou menos do tipo "uma pessoa vai a uma boate underground, começa a inspirar-se no estilo desse local, o que inspira outras pessoas ao redor com o tempo e assim toda a massa daquele meio passa a aderir tal estilo, o que acaba chamando a atenção dos influentes de moda urbana", embora a própria pessoa de certa influência na moda pode ser o tal "olheiro underground". Entenderam?

E essa coisa de ser "vintage" e "pseudocult"?






Para quem não souber, "vintage" é, popularmente, seguir o estilo de uma época que já passou há certo tempo, embora eu considere que esse termo é muito mais abrangente e antigo do que dizem (se alguém souber algo mais a respeito dele, gostaria que comentassem). Atualmente esse termo é bastante utilizado para quem se inspira nos anos 40, 50, 60... enfim, todo esse "período" aí. Acredito que isso esteja mais ligado ao período artístico que muitos consideram que estamos vivendo: o pós-modernismo. É arriscado e complicado explicar isso sinteticamente, mas digamos apenas que na arte houve um período chamado de modernismo, há cerca de cem anos, e em que um grande número de artistas retratavam o acelerado crescimento urbano que estava ocorrendo; como eu digo, os movimentos dificilmente têm datas exatas, mas são apenas "reflexos de todo um contexto social". O movimento imediatamente após esse, é o que chamam de "pós-modernismo" por vários motivos, entre eles o fato de as mudanças não estarem ocorrendo tão rapidamente quanto no período do modernismo PORÉM estar seguindo a mesma linha filosófica de progredir em grande escala e em pouco tempo. Outras pessoas, entretanto, acreditam que o termo tem a ver com o fato de não ser mais tão preciso produzir e produzir uma enorme quantidade de coisas tão rápido para todos os lados, mas que chegou um tempo em que deve-se valorizar o que foi produzido durante todo esse tempo. Ou seja, uma reciclagem artística. O que isso tudo tem a ver com ser hipster? Simples: o período pós-moderno surgiu lá pelo mesmo período dos primeiros hipsters, ou seja, na metade do século passado, e por principalmente os daquela época estarem relacionados à arte e terem "ressurgido" atualmente, acredito que o tal do estilo hipster atualmente chamado de "vintage" não é outra coisa senão um reflexo dessa "reciclagem artística", porém com algumas décadas a mais para serem aproveitadas. Outra relação possível com o pós-modernismo pode ser ainda o fato de muitos hipsters se considerarem irônicos e/ou blasé, que são também características de tal movimento. 

Os hipsters querem apenas chamar atenção?



Isso é muito controverso porque depende do que a pessoa considera como "chamar a atenção". Minha teoria é a de que algumas pessoas meramente não entenderam o conceito filosófico de ir contra a grande massa e seguir toda uma cultura underground e por isso apenas usam algo berrante para as pessoas repararem nela. Não vou julgar dizendo quem é e quem não é hipster porque afinal todos os movimentos sócio-culturais não deixam de ser estereótipos. Vou é fazer uma pequena comparação: há alguns anos, por causa da relação com as músicas emotivas, as pessoas se acostumaram a dizer basicamente que "se chora, é emo" ignorando todo o contexto cultural. Apesar de muitos sabermos que não é bem isso, utilizamos tal comentário preconceituoso até hoje (confessemos) e, veja bem, há pouco tempo muita gente seguindo a filosofia de tal preconceito achava que apenas porque a mesma chorava com frequência, ela era emo. Acredito que acontece a mesma coisa com os hipsters: eles surgiram fazendo algo diferente do comum e as pessoas começaram a relacionar o nome a isso, entretanto algumas simplesmente não questionaram o "como assim fazer algo diferente?" e meramente decidiram fazer algo diferente para de fato apenas chamar atenção: isso acaba fazendo com que seja lançada com frequência a questão "será que isso é hipster ou é cafona?" (há inclusive um blog, o Hipster Cafona, dedicado a isso).

Hipster, a moda e os haters





Como vimos há pouco, o hipster quer algo diferente desde seu surgimento e quando a moda decidiu ver o que os jovens de fato querem vestir, foi quase a união perfeita: o mundo que quer fugir do mainstream e o mundo consideravelmente baseado na "tendência". Acredito que vários ditos hipsters dessa época migraram para a moda, o que foi fazendo com que dentro desse meio surgissem outros hipsters. Logo o hipster passou a ser conhecido basicamente por "ditarem" a moda, e inclusive há alguns dias fiquei surpreso ao estar assistindo o videoclipe de Stupid Girls da P!nk (de 2006) e notar que em determinado momento (1:41) ela estava usando uma camiseta escrito "DIE HIPSTER SCUM". Ou seja, ao contrário do que muitos pensam, o hipster não surgiu ontem, e esse videoclipe mesmo é uma prova disso. Porém, nem todos os hipsters são "ditadores da moda" -- embora não vou negar que existam muitos desse tipo.
            
Mas enfim, os gostos hipsters quanto a estilo, música, filmes e etc. não é muito surpreendente para você que tiver lido esse post inteiro: novamente, como eles gostam de algo diferente do extremo comum (embora sempre haja alguns estereótipos que se repitam, vide cabelo raspado de um único lado rs), quando eles não estão em busca de algo novo e underground, que quase ninguém conheça ainda, eles estão cultuando coisas vintage, porque, de certa forma, a maior parte dos jovens de determinada época simplesmente ignora que tenha havido outros movimentos sociais antes da época deles. Entretanto, isso é controverso, afinal há quem diga que "ser hipster ficou mainstream" devido à grande volta de tal movimento. Eu particularmente acredito que essa volta tenha a ver com o fácil acesso a informações proporcionado pela internet e, de certa forma, considero positiva essa busca por um tipo diferente de conhecimento.
            

Concluindo em poucas palavras esse imenso post, cujo qual peço que me desculpem pelo tamanho, acho que não seria totalmente errôneo afirmar que hipster, afinal, levando em consideração as variações e transformações de todos os tipos e a possível comparação com vários outros termos, poderia significar atualmente apenas "uma saída da zona de conforto proporcionada pelo senso comum".

23/09/2012

Satélite Artificial




Meu planeta, por um tempo, esqueceu-se de seu movimento de rotação. Esqueceu-se de introspecção, de reflexão. Esqueceu-se de si.
Nós - eu e meu planeta - nos preocupávamos demais com nosso satélite. Todo redondinho, paradinho, tão brilhante que parecia refletir luz do sol.
Sem a rotação, não tínhamos dia nem noite. Não tínhamos escuridão, nem luz. Mas não importava. Tínhamos o satélite. Tínhamos nós.
Os dias foram se acumulando aos pouquinhos, se perdendo no infinito da galáxia. Estávamos estagnados, mas nos sentíamos felizes.
Pensávamos em formar um novo sistema. Queríamos girar em torno do satélite, e assim irmos para longe, largando todo tempo para trás, sem receio algum.
Mas ele, apesar de tudo (tudo mesmo), não sabia o que fazer com o meu planeta. Não girava com ele, que é o que, na concepção humana - e planetária - deveria fazer naquela condição. Ele não queria ficar parado.
O satélite saiu da órbita. Meu planeta ficou sem por quem parar. Olhou para o infinito e viu os dias acumulados, dos quais ainda não fazia muita questão.
Meu planeta aprendeu com esse satélite que tudo o que é para ser, que tudo o que é natural, não sai da órbita, não vai embora. Fica lá para girar junto.
O satélite, na verdade, não refletia a luz do sol. Tinha luz própria, mas nem brilhava mais perto do meu planeta. Ele sentiu que queria girar, mas não conosco.
Meu planeta resolveu girar sozinho, acumular um pouco mais de poeira e gás galáxia afora. Não era hora de se condensar. Ainda temos muito o que crescer, antes de tentar de novo.

20/09/2012

morr(eu)


Essa noite sonhei com você. Que sorria fechando os olhos, como faz quando está extremamente feliz. Coisa que eu já não via mais. Quanto acordei estava convicta de que tudo está como deveria estar, apesar do modo como ocorreu. 
Hoje ainda falamos em respeito, consideração... mas tudo depende de nosso ponto de vista, de nosso coração, de nossa dor (ou a falta dela). Você fala exatamente de liberdade, da falta de felicidade, e que não valia mais a pena. Fala que à um mês já não estava bom. Fala que simplesmente não quer mais tudo o que expectamos. Já eu falo de como as coisas iam andando, apesar de tudo. Falo que acomodamos. Falo do que confinamos esses anos, do que combinamos: que se um dia isso acontecesse, contaríamos um ao outro, sem mágoa. Mas esqueci de que você não faz promessas.
Nesse tempo, muitas vezes, pensei: "Seríamos ótimos amigos!", mas logo afastava a ideia, porque parecíamos felizes daquele jeito. E estávamos (com o sorriso, os olhos fechados e tudo). Mas talvez, se eu dissesse, você concordaria. Já chegaram a nos dizer, desde o início, que isso aconteceria; mas mesmo assim, tentamos.
Entendi, que na verdade, não estávamos amadurecendo... estávamos morrendo afinal. E você enxergou primeiro. Sabe, eu devia esperar que fosse da forma que foi, pelo tanto que te conheço. 
Nunca vi você tão seguro de algo. E espero que esteja mesmo. Porque assim sinto que todas as mudanças que nos cobramos, aprendemos, finalmente. 
Continue correndo atrás do que você quer. 
Eu também estou indo, só que para o outro lado.
E a solução, meu jovem, foi a solidão de nós.


18/09/2012

Segredo de Liquidificador

Tudo começa sem (muita) pretensão: agrados, telefonemas, conversinha ao pé do ouvido, beijo devagarinho.
Isso rende por algum tempo, até que se descobre o carinho nas costas, no cabelo, barba roçando no ombro e essa coisa de ficar com o corpo grudado demais, o tempo todo.
Aí se decide, em um átimo, que precisam ficar juntos.
Quando dão por si, fizeram uma montanha de roupa ao lado da cama; e, nesse patamar, um sente o perfume do outro no ar, no travesseiro, na própria pele. Assim, com tanto cheiro e pele juntos, são simplesmente, um com o outro, o melhor refúgio do mundo.
Compartilham choro, vela, fita amarela, todo dia, e o resto da vida. 
Só que o tempo passa, e de repente, não tem mais graça. Seguram tudo, mas tudo mesmo só com um dedinho. Dói para um lado, dói para o outro. Um lado caí. O outro também.
E nunca mais se encontram. E fim. Assim.

05/09/2012

Juventude revolucionária: os novos anos 10 e o futuro

( Este post é o último de uma série sobre o comportamento juvenil cultural ao longo das décadas; você pode conferir seus antecessores no link da tag Juventude Revolucionária )

Finalmente chegamos ao fim da nossa série de posts sobre os jovens ao longo das décadas. Começamos falando sobre os anos 50 e sua incessante busca por felicidade e conforto, que acabou causando progressos socioculturais, incluindo o surgimento do rock'n'roll. Entretanto, isso acabou gerando um senso comum sobre o que a sociedade queria ser e isso acabou revoltando os jovens das décadas seguintes, gerando a contracultura no final dos anos 60. Falamos um pouco sobre os hippies e as discotecas dos anos 70 e o new wave e o pós-punk dos anos 80: jovens que queriam curtir e se divertir, fugindo do senso comum, e ao mesmo tempo lutavam pela igualdade. Chegamos então ao grunge, que foi a última herança de tal época, abrindo as portas para os anos 90, década em que finalmente os videogames e computadores pessoais começaram a se popularizar, surgiam as boybands e depois as bandas de pop punk que enfrentavam o novo milênio. O mundo começa então a girar em torno dos sites e popularizam-se as redes sociais, junto com o emocore. E assim chegamos aos novos anos 10, cujo sobre o qual podemos debater a partir de agora.


Por anos 10, entende-se o período de 1 de janeiro de 2010 a 31 de dezembro de 2019: entretanto, um movimento e principalmente uma geração de comportamento juvenil não se inicia da noite pro dia, como vocês devem ter compreendido nos posts anteriores. Um movimento geralmente é iniciado no início da década anterior, atingindo seu auge na década em pauta. Mas qual seria o movimento jovem dessa década que estamos vivendo? Seria cedo para falarmos nisso? Vamos então a uma pequena retrospectiva dos últimos anos.
© 2014 Conspiração Vital - Todos os Direitos Reservados | Design por Ceres Bifano, Diagramação por  Matheus Pacheco.