30/01/2013

10 coisas que eu odeio em você

Não vou falar sobre o filme aqui, apesar de ser um dos meus preferidos. Mas, inspirada na lista apaixonada de Katharina (Julia Stilies) sobre seu namorado vacilão Patrick (Heath Ledge - que Deus o tenha) resolvi fazer a minha lista. Sim, esse é um post bem pessoal, mas, também um incentivo a você fazer a sua (mostre para quem você fez depois).

Mas antes disso, quem não viu o filme, veja!





Odeio te ligar e você não atender e nem retornar;
Odeio sua calça camuflada (do exercito);
Odeio quando você vai pra lugares distantes sem me dizer e fica por muito tempo;
Odeio sentir sua falta o tempo todo, odeio sentir saudades de você;
Odeio quando quero conversar contigo e você me ignora;
Odeio achar graça das suas piadas sem graça;
Odeio ficar feliz com os presentes lindos que ganho de você;
Odeio me encantar com os lugares que você me leva;
Odeio chorar por você;
10° Odeio a mim mesma por não conseguir sentir ódio por você

29/01/2013

Maquete do Apartamento da Série Friends


Foto do apartamento original


Eu não sei se vocês sabem, mas eu sou muito fã da série Friends. Achei um site que dá pra ver online, e é raro o dia em que eu eu não vejo pelo menos um episódio. Já aprendi todos os bordões, decorei o nome de todos os personagens possíveis, estou louca com um poster e um box com todas as temporadas (quem não?). 

Bom, numa das páginas que eu curto sobre a série no facebook (aliás, você viram o novo aplicativo da página do blog por lá?) eu vi a foto de uma maquete muito fofa do apartamento da Mônica na série. Corri, pesquisei, e achei tudo na íntegra! Foi no flickr da Bruna Salvador, quem fez a maquete toda em papel. Pelas fotos dá pra ver o quanto ela se preocupou com os detalhes, e o resultado é simplesmente incrível!






O famoso olhos mágico não podia ficar de fora, não é?



Gente, olha essas fotos? ♥

Reparem no pôster atrás da TV!




As almofadas são as mesmas e os pufs estão no mesmo lugar! E claro que também tem o detalhe das cadeiras diferentes na mesa.




E aí? Já fez alguma arte de fã? To me segurando pra não fazer do apartamento do Joey e do Chandler!


28/01/2013

Kerli feat. aniversário de São Paulo


Em 2009 um amigo meu me perguntou se eu já tinha ouvido Kerli, disse que talvez eu gostasse. Me mandou o videoclipe de Walking on air e eu me apaixonei. Baixei inteiro o único álbum dela até então, Love is dead, que acabou sendo uma das trilhas sonoras do meu período 2009-2010. Meses depois foi lançado Tea party, o single dela para a versão do Tim Burton de Alice no País das Maravilhas, o que a revelou para um número muitíssimo maior de pessoas. Como o tempo foi passando e a Kerli raramente tinha novidades e eu fui descobrindo artistas novos, a frequência com que eu passei a ouvir as músicas dela foi sendo cada vez menor.

Para quem não sabe, sexta-feira (dia 25) foi o aniversário da cidade de São Paulo. Eu ia ao teatro mas quando já estava pronto para sair levei bolo. Automaticamente entrei em contato com meus amigos e combinamos de nos encontrarmos por volta das 16h no Terminal Sacomã para irmos para o Anhangabaú assistirmos o show do Criolo. Como o Sacomã não é tão longe assim da minha casa e meus amigos sempre se atrasam, por volta das 15h fui para o computador. Eis que vejo no Facebook a notícia de que a Kerli estava no Brasil e, fuçando rapidamente aqui e ali, descobri uma notícia maravilhosa: ela estaria às 16h na praça Alexandre de Gusmão (na Alameda Santos, atrás da Avenida Paulista) vendo os fãs e tirando fotos com eles e tudo o mais. A Avenida Paulista fica a uma hora e meia de distância da minha casa (de transporte coletivo).

O que eu fiz? Saí correndo de casa. Todos os lugares aqui no meu bairro que recarregavam bilhete único estavam fechados e eu tinha apenas doze reais. Seis reais foram embora só pra eu poder chegar até a Paulista (três do ônibus e três do metrô), onde eu finalmente consegui recarregar meu bilhete. Mandei mensagem pros meus amigos dizendo que só os encontraria no show. Cheguei na praça. Não estava muito cheia, devia ter umas cinquenta pessoas. Esperei, o único sozinho naquele bolo enquanto cada vez mais gente chegava.

Pouco depois das 16h30 todo mundo sai correndo e eu sigo o fluxo. A Kerli estava parada na frente de um hotel tentando atravessar a rua, usando um salto plataforma que a deixava da minha altura. Super calma e natural, ela mandava o pessoal (que ficava segurando ela e tudo o mais) se acalmar e voltar pra praça pra podermos nos organizar. O inglês dela é perfeitamente compreensível, e eu não sou dos melhores em inglês!

Daí é instaurada a bagunça. A Marimoon brotou do chão e ajudava os assessores (?) da Kerli a organizar uma fila para fotos e autógrafos e tudo o mais. Para minha sorte eu estava entre os primeiros (mesmo assim tive que furar fila porque a mesma não andava); para o meu azar, estavam dando CDs e um papel enorme com uma foto linda dela e eu não consegui pegar nenhum dos dois, fiquei com um bottom de consolo que deram depois apenas. Todo mundo pediu pra ela autografar os CDs e o papel e eu não tinha o que autografar, aí começa o bullying.

Tirei foto do garoto que tava na minha frente pro mesmo e há alguns dias descobri que o tenho no Facebook não sei desde quando. Logo em seguida uma garota chamou a Kerli e eu não ouvi e fui logo abraçando a mesma, que virou pra garota e disse "oh sorry, you're next". Pedi pra uma garota tirar foto nossa e daí chegou o terrível momento em que pela primeira vez eu testaria minha capacidade de conversação em inglês. E isso ocorreria com um ídolo. Logo descobri que não existe inglês quando se está tentando se comunicar com um ídolo.
 Isso resultou no meu autógrafo ã, no mínimo original. Eu tentando dizer pra ela autografar meu braço porque eu não havia ganhado nenhum brinde, apontando e dizendo "ã i got nothing so..." daí ela começou a escrever "i got nothing", parou e perguntou "i got nothing? this is because of some song?" (ou algo assim, quem for melhor em inglês e quiser me corrigir eu aceito, porque eu não entendi muito bem o que ela disse, até porque primeiro eu havia entendido "this is because of MY song?" e entrei em desespero, só fui refletir sobre a frase depois obviamente); eu me enrolei todo, um garoto e uma garota tentaram me ajudar a traduzir o que eu queria dizer pra ela mas eles também não sabiam como até que de alguma maneira mágica o assessor dela (que não falava português) entendeu, explicou pra Kerli e me deu um bottom de consolo. Ela super linda disse "aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah sorry sorry ):" e escreveu o nome dela embaixo. Isso explica o fato de uma cantora estoniana ter escrito no meu braço a frase "eu não tenho nada".

Mas isso foi ótimo e uma história que com certeza contarei pros meus netos, se eu os tiver. Se não tiver saio contando por aí pros pombos das praças. O importante é que nada se compara a, no meio de muitos (pois o número de fãs aparecendo crescia a cada minuto na fila), ser um dos poucos que "conversou" mesmo que por apenas um minuto ou dois com uma daquelas artistas exclusivamente Minhas. E ela olhando com aqueles olhos verdes nos meus. E de graça. Isso vale mais do que qualquer CD que eu poderia ter ganhado.

Bom, é isso gente. Me perdoem se não tiver sido um post interessante e também por não poder detalhar direitinho sobre os bairros de São Paulo e suas localizações e tudo o mais, mas isso é confuso mesmo pra quem mora aqui. Acho que poucas pessoas saberão calcular a distância e os milagres que fiz pra me locomover entre os lugares mas mesmo assim achei necessário comentar para poder ter uma descrição um pouco mais detalhada de tal acontecimento. Mesmo assim, espero que tenham gostado (eu particularmente adorei) <3

26/01/2013

Chiaroscuro


Aqui o mundo é sereno. A noite não é fria nem quente, o céu não é escuro nem claro. A vida é um chiaroscuro impressionista. Não há nada lá fora e nós somos apenas um reflexo exagerado desse exterior. Sentimentos demais que aprendemos a transformar em poesia para ser admirada por outros de alma notívaga.
         
Alguns goles de café, às vezes chá. As gotas caem nas folhas dos estudos sobre uma pesquisa desordenada; as pálpebras caem junto. As frases ficam confusas e o impressionismo afinal se torna simbolismo e enfim surrealismo. Os sentimentos mistos são apenas códigos sinestésicos, são cores e são uma série de definições desnecessárias criadas para burocratizar a nossa mente: sentir é codificar. Tentamos decodificar esse nosso sentir de poeta e afinal o que seríamos sem as palavras para definir? Mas afinal, por que não podemos viver sem a palavra?
         
É tudo imposição governamental, individual ou não. O simbolismo da decodificação dos sentimentos é um socialismo, é um estado de revoltas e questionamentos que nos ligará ao comunismo do surreal. Surreal é sermos todos iguais, é não termos um idioma para comunicarmo-nos entre si; sem uma linguagem ninguém se impõe sobre ninguém e todos somos iguais. O comunismo é o surrealismo que é a mudez. O primeiro é um sonho usado como objetivo, o segundo é o sonho como meio e o terceiro é a essência do verdadeiro sonhar sem ser manipulado por dialética alheia. Comunidade é ter a boca tapada por uma ditadura.
         
Não existe futuro para um escritor que não possa usar dos seus domínios sobre a língua. Não há motivação para o indivíduo que seja obrigado a viver como todos os outros apesar de seus ócios ou esforços. Comunidade é ser maquinal, é servir indiretamente ao governo de uma única criatura. É tirar o poder da mão de muitos e dar a um. Pois reivindico ao meu direito de comunicar-me e de ser diferente.
         

Reivindico meu direito de sonhar e ser confuso, sonhar e ser difuso. Direito de conhecer e informar, direito de construir. Reivindico meu direito de iluminista e de romântico. De conhecer e escrever. De sentir e dar o nome que eu bem entender aos meus sentimentos. Reivindico o direito da virtude aristotélica. Reivindico o direito de ser meu próprio governo.


24/01/2013

MAIS UMA MORTE NA PERIFERIA DA CAPITAL



Estava andando distraidamente pela rua quando chegaram atirando. Dois de moto no rapaz sentado na calçada. No choque logo que os vultos desapareceram no horizonte máximo que se pode enxergar no horror e na noite, começou a gritar ordenando que ligassem para a polícia, desesperada. Vizinhos caíam pelas janelas ou se embestavam porta afora, as crianças eram escondidas. Todos queriam saber o que havia acontecido. O que havia acontecido?
       
Chegou a polícia e também os investigadores, todos queriam saber além do que a própria mulher era capaz de compreender. Horas de inferno na delegacia -- o que afinal acontecia? A culpa era de bandido ou era de polícia? A culpa era de traficante ou era de milícia?
       
Centenas de mortos nas madrugadas do último mês na cidade. A guerra civil entre criminosos e policiais não tinha limites e não parecia sequer ter ideais. A mulher não sabia de quem era a culpa naquela noite ou em qualquer outra, só sabia que um adolescente que morava duas ruas abaixo da dela fora baleado na sua frente. Era educado e trabalhava, ela nunca ouvira boatos de ele estar envolvido com droga -- com tráfico então ela sequer conseguia imaginar. Mas ele estava sozinho em seu portão, em seus últimos minutos olhando o luar.
       
Por que alguém mataria jovem sem indícios de má índole? Puro terrorismo, fascismo ou ele escondia mesmo segredos? Todo mundo queria saber, todo mundo queria investigar. De alguma forma ela era um ponto chave no direcionamento e fim dessa onda de terror e ela própria na fúria de suas lágrimas assustadas queria pegar o responsável por tal crime -- pois independentemente da posição social, assassinato é crime seja aqui seja em Guiné Bissau. Mas o saber e o opinar, que mesmo a uma mulher tão simples era de quase impossível acesso, valia tanto quanto a vida dela naquelas circunstâncias.
       
-- Você tem alguma suspeita de quem possa ser o culpado? Não viu a roupa, não viu nenhum fardo?
       
-- Não senhor, eu só ouvi o disparo
       
-- Não reparou em nenhum rosto?
       
-- Não senhor, só vi as sombras e depois o morto.

A mulher estava ilhada. Sua única opção era não saber de nada, responder algumas perguntas e então ir para casa. Para ela podia ser tanto policial quanto traficante, mas que diferença faria? Qualquer suspeita e sua cabeça seria a única que voaria, despencaria com tiros como o do jovem negro na calçada, mais um pescoço que sangraria. Mais uma morte qualquer que o jornal estamparia, nem mais na primeira página iria e seu nome o repórter ainda erraria. O crime já havia se tornado tão comum que entre morrer pela arma do bandido ou do militar, ela preferia ficar em silêncio e ir para sua velha cama na favela deitar e chorar.


23/01/2013

O caminho


Meu medo acabou, meu amor. Enquanto o mundo gira sob nossos pés, eu tenho ainda mais certeza de que é você quem eu quero para mim. Aliás, ainda bem que o mundo dá voltas... de novo. No final, nada é errado se te faz feliz. O passado não é tão importante, afinal de contas, já não nos pertence mais; e com ele aprendemos o suficiente. Venho tecendo todos os meus planos que envolvam seu sorriso, suas mãos... você. Vejo um futuro, vejo felicidade a curto (e longo) prazo. Vamos atrás dela, vamos construí-la. Vamos ser felizes. O caminho já encontramos, agora falta trilhá-lo.

22/01/2013

Insuficiência

Me sinto vazia. Não tenho algo em que eu possa alicerçar minhas próprias vontades e anseios. Não creio que eles tenham a capacidade de suprir algo, muito menos a mim mesma. Só sei que eu preciso de mudança, mas não a vejo em lugar algum. Não a vejo no meu corpo (que não é como eu quero), na minha escrita (que não convence)... e eu só tenho a mim. Eu só dependo das minhas atitudes, dos meus méritos. E, já disse: não sou suficiente. Não sou capaz de fazer uma amizade duradoura, de fazer com que queiram minha companhia (só por querer). Não sou capaz de confiar na minha própria capacidade, muito menos acreditar que ela realmente existe.

Só quero que queriam que eu esteja por perto. Quero fazer a diferença. Quero ter alguém pra ligar, pra conversar. Quero contar como me sinto. Quando me casar, quero ter a quem convidar. Quero ser suficiente, nem que seja para mim. Quero acabar com essa minha insuficiência que eu sei que, no final, é só minha. 

E só depende de mim para que ela se esvaia. 
Só depende de mim para que eu seja suficiente, afinal. 

10/01/2013

O que te liberta?


O que significa liberdade pra você? O que é ser livre?
Uns dizem que é fazer o quer quer, quando quer, porque quer. Mas sera só isso?
A palavra Liberdade me da uma noção de imensidão, respostas, como essas, são pouco.
Liberdade é muito mais do que viajar por ai, sem destino, sem aviso, sem data de retorno.
É estar aberto a todo tipo de opinião, aceitar diferenças. É dar a sua mente possibilidade de se expandir. Liberdade é experimentar, conhecer.
A Liberdade lhe da uma independência de sentir qualquer dos sentimentos, de criar, de ir, de vir, de falar, de ouvir. Lhe da a possibilidade de amar. Amar a vida, amar a si mesmo, amar os outros. Liberdade não é solidão, é compartilhamento de qualquer coisa com você mesmo ou com qualquer um. Liberdade é respeito, por você, por todos, pela vida.
É isso o que, talvez, seja o conceito de Liberdade pra mim.
Mas ainda não é suficiente!
Porque se eu me contentar apenas com essa conclusão, eu não seria livre.

04/01/2013

Aprendendo a amar(gar)


Você precisa aprender a amadurecer o seu amor, amar amargamente. Preparar-se para a queda e para as crises como qualquer adulto. Minhas palavras podem ferir mas meu amor, nós sabemos que não sou sua alma gêmea. Algo na nossa história não deixa que sigamos os mesmos caminhos, e afinal sempre soubemos que minha alma encontrou-se com a sua para nos prepararmos para algo maior que logo virá. Estamos na belle époque do amor, vivendo um tempo de linda calmaria artística antes de uma guerra estourar sobre nós.
           
Queria eu ser seu e vivermos esse romance suburbano. Queria eu que você fosse apenas meu e não estivesse apenas sendo preparado pelo destino para ser levado pelos braços de um outro alguém. Ah, esse alguém vai lhe fazer feliz como eu e qualquer outra pessoa no mundo jamais conseguiu. Vocês aprenderão muita coisa juntos... mas precisam estar preparados. Penso que se estou lhe preparando para um amor maior com esse meu enorme ego e pessimismo, conviver com esse vindouro não será fácil.
           
Ele deve ter uma personalidade realmente difícil e forte. Você aguentará. Algo está acontecendo com ele agora. Até você sentiu em suas previsões oníricas que há um terceiro amor, aquele que virá logo depois de mim, e que apenas ele lhe fará estonteantemente feliz. Mas por enquanto nós bastamos. Nos amamos hoje e provamos nosso amor diariamente, apesar de todas as desventuras que insistem em nos visitar. Fazemos o possível e um pouco além para prolongarmos nosso amor um pouco mais, antes que o destino tirem-nos dos braços um do outro.


02/01/2013

Um texto sobre o amor



Sério, to indignada e vou ter que falar que definitivamente eu não entendo vocês. Vocês se odeiam, falaram mal um dos outros (comigo, ainda), brigaram, deram o troco por coisas idiotas e agora não se desgrudam mais? Têm fotos juntos no facebook com legendas melosas, e se marcam quando tem uma foto bonitinha falando de amizade? Me poupe! Fico imaginando o que falam de mim agora, porque não compartilho dessa falta de vergonha na cara com vocês. 

Quando eu considero alguém, eu considero de verdade, tanto que tenho a liberdade pra dizer se algo me incomoda ou não. Amizade é isso aí. Algo incomodou? Vamos sentar, vamos resolver juntos. Ir pra pessoa da carteira ao lado e falar o que não deve - isso não foi um fato isolado - não resolve nada e é muito infantil, se quer saber. O foda é que quando você aprende a falar um "não", todo mundo quer ouvir um "sim", e pronto: uma "amizade" verdadeira, que SERIA para sempre simplesmente não faz mais sentido porque não se recebe cola nas provas bimestrais ou favores cheios de segundas intenções. E no fundo, você só não o fez porque não se sentia confortável. 

Gente, se vocês acham que existe amor no facebook (ou nessas atitudes), vocês estão errados. Não existe amor aqui. Existe amor em quem ta aí, do seu lado, te ligando à toa, só pra saber como você está. Sem essa de conveniência, sem essa de troca de favores. Sem chamar pra beber porque simplesmente com mais um lá a conta fica mais barata. Quer saber? Vocês começaram o ano muito mal. Mas quem sou eu para falar isso ou aquilo, não é. E que bom mesmo porque nem faz tanta diferença agora. Não para mim. 

Por isso, o que me disseram agora no ano novo faz muito sentido: "Leve apenas o que foi bom." Mas eu não vou fazer isso. Muitas coisas foram boas, mas não acrescentaram nada na minha vida. Vou levar quem ficou no coração. Não quem está no album do facebook. 

Então saia do computador e vá amar (de verdade) quem valha a pena.

01/01/2013

Look: Happy New Year

Bom, já que é ano novo e eu pretendo começar a fazer muitas coisas legais aqui no blog, resolvi tentar fotografar o look que usei na virada. Tenho muita dificuldade para ser fotografada, então além de dividir com vocês momentos do meu dia a dia também vou acabar aos pouquinhos com o meu problema. =^.^=

Aliás, fui ver os fogos e larguei a câmera em casa, então vou ficar devendo umas fotos mais elaboradas e com cara de ano novo.


A sapatilha é meu xodó, e eu vou ter que falar dela. Como está nas fotos, ele é da Bottero. Apesar de eu ser baixinha, definitivamente não tenho costume com salto, então prefiro usar sapatos baixos. Sem falar que foi amor à primeira vista: combina com simplesmente tudo, é confortável e tem strass! Fala se não substitui o salto fácil fácil?


Não ligo muito para esse negócio da cor da roupa pro ano novo, mas sou bem chegada num verde. Esse vestido foi feito sob medida pra mim, é de cetim coberto por renda. O brinco eu comprei numa loja daqui, e o cinto veio com um outro vestido que eu comprei por aqui também.

Não sei vocês, mas sou adepta da maquiagem mais simples. Gosto que ela seja um diferencial, mas sem ser o centro das atenções. Essa eu fiz com sombra dourada, lápis preto, delineador gatinho bem fino rente aos cílios e muito rímel.

Então, sobre o ano novo... eu não tenho tido muita ansiedade não, mas parece que ele vai ser muito bom para todo mundo! Passei para a segunda etapa da UFMG em Publicidade, e estar lá ano que vem é a minha meta. Isso acarretará, no mínimo, em mudar a minha vida inteira. Vou ficar longe da minha família e do meu namorado, de novo na minha cidade preferida. Então acho mais seguro não depositar tantas expectativas. Sabe, para não me decepcionar caso as coisas saiam fora do que planejei? Só vou fazer o melhor que eu puder em tudo e esperar, porque a tendência é só melhorar!

Galera, obrigada por estarem comigo, pelos comentários, pelas visitas, pelo carinho, pelas amizades. Espero encontrá-los por aqui nesse ano novo, e que cresçamos mais e mais juntos! Felicidades! É o que eu desejo para vocês.
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